A trajetória de Marquinhos Gomes ganhou um novo capítulo em setembro de 2026, desta vez no universo da literatura. O cantor apresentou sua primeira autobiografia, “Eu Tinha Tudo Para Dar Errado”, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada no Distrito Anhembi. O encontro reuniu música, literatura, testemunho e contato direto com leitores.
A participação ocorreu em 9 de setembro, a convite da Editora Chave Mestra. No estande da editora, Marquinhos realizou um pocket show, cantou músicas conhecidas de sua carreira e conversou com o público sobre experiências que marcaram sua caminhada.
Da música para as páginas de uma autobiografia
O livro representa uma nova forma de Marquinhos Gomes compartilhar acontecimentos de sua vida. A obra reúne memórias relacionadas a desafios, perdas, recomeços e fé, apresentando ao leitor aspectos de sua trajetória que vão além da carreira musical.
Entre as canções apresentadas durante a participação na Bienal estiveram “Ele Não Desiste de Você” e “Não Morrerei”. Depois da apresentação musical, o cantor participou de uma noite de autógrafos e teve contato com leitores, admiradores e pessoas interessadas em conhecer sua história também por meio da literatura.
A autobiografia chega em um momento de expansão da trajetória artística de Marquinhos, que passa a utilizar o livro como instrumento para registrar experiências pessoais e transmitir uma mensagem de esperança e recomeço. A proposta da obra, segundo informações divulgadas sobre o lançamento, é mostrar como acontecimentos difíceis fizeram parte de um processo de transformação marcado pela fé.
Lançamento foi realizado antes da Bienal
Poucos dias antes da participação na Bienal, em 6 de setembro, Marquinhos Gomes realizou o lançamento presencial de “Eu Tinha Tudo Para Dar Errado” na Igreja Batista Atitude Alphaville, em São Paulo.
O lançamento ocorreu durante os cultos de Ceia, às 10h e às 19h. A ocasião teve também um significado religioso para o cantor, que apresentou a obra à comunidade da igreja e a dedicou a Deus.
A escolha de apresentar o livro primeiro em um ambiente de fé e, poucos dias depois, levá-lo a um grande evento literário ampliou os espaços de circulação da história registrada na autobiografia.
A participação na Bienal também inseriu a trajetória do cantor em um ambiente que reúne diferentes públicos, autores e manifestações culturais. A edição de 2026 recebeu 760 mil visitantes, contou com 269 expositores e reuniu cerca de 800 autores, segundo balanço divulgado pela Câmara Brasileira do Livro após o encerramento do evento.
Um novo espaço para compartilhar testemunho
Ao levar sua autobiografia para a Bienal, Marquinhos Gomes amplia a presença de sua trajetória para além dos palcos da música cristã. O livro transforma experiências pessoais em narrativa e aproxima o artista de leitores que talvez não tenham acompanhado sua carreira musical.
A proposta também mantém a fé como elemento central de sua história. Em declarações sobre a obra, o cantor destaca o desejo de mostrar como as dificuldades enfrentadas ao longo da vida podem ser transformadas em uma mensagem de esperança.
Entre os próximos projetos mencionados estão trabalhos musicais como “O Salmista” e “O Pai Me Ama”, além de iniciativas relacionadas a projetos sociais, cursos e mentorias.
Com “Eu Tinha Tudo Para Dar Errado”, Marquinhos Gomes passa a registrar em livro uma trajetória construída entre música, experiências pessoais e fé. A participação na Bienal marca, assim, uma nova etapa de uma história que agora também encontra espaço entre leitores.

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